sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Brincadeiras: estágio avançado

- por Fer

Baseada no post anterior, escrito pela Nanda, resolvi mostrar o que cada brincadeira se torna com o passar dos anos. Você deixa de ser criança, e as brincadeiras tomam um novo significado. E por favor, não pasmem. Aposto como entenderão muito bem o que eu escrevi e lembrarão de algo que, talvez vocês tenham feito e/ou alguém tenha feito. Ou algo que te pegará desprevenido na sua vida adulta...

Pega-pega: Eu (te)pego, tu (me)pegas, ele (te)pega, nós (nos)pegamos, vós (vos)pegais, eles (se)pegam.

Esconde-Esconde: Se esconde dos cobradores, se esconde dos caloteiros, se esconde do ex-marido, se esconde da polícia...

Banco Imobiliário: Não é mais de brincadeira. Você começa a trabalhar, ganhar seu dinheirinho, gastar em porcarias, e no final da brincadeira quem sempre fica sem o dinheiro é você.. Irônico, não? Você jogava tão bem quando criança...

Dançar ÉoTchan!: Digamos que ÉoTchan! já está bem ultrapassado. Agora você dança o créu, o rebolation-tion, etc etc.

Twister: Twister ainda é legal! Principalmente se os participantes estiverem bêbados.

Passa Anel: É aquela brincadeira em que o cara galinha fica inventando de namorar com uma, dar a aliança. Dali duas semana, o anel passa pra outra menina... E assim vai. É um passa passa que meu Deus do céu! Ô gente pra gostar de comprar aliança!

Elefante colorido: Elefante te lembra o que? Pessoa gorda. Colorido te lembra o que? Restart. Junte os dois, e taí o resultado.

STOP: É aquela placa vermelha e sexy que manda você freiar o seu carro após vir correndo a 500km/h.

Pular corda: Agora as pessoas passaram para um nível mais avançado. Elas gostam é de pular a cerca mesmo, se é que me entendem.

Bambolê: Pense num baile funk, mas lá no morro mesmo... Daquele dos bons. Então! As pessoas não estão fazendo nada mais que dançar o bambolê, só que sem o bambolê.

Verdade ou consequência: Ninguém mais está querendo um beijinho inocente. As verdades são cada vez mais ácidas e avassaladoras, e as consequências... Bom, muito piores.

Gato mia: Ficar vendado, achar os outros e pedir pra miar? Aham, Cláudia.

Queimada: São as ovadas de final de ano. Corre ou o garoto da esquina vai te arremessar um ovo que vai partir sua cabeça ao meio.

Bete-ombro: Error 104. Not Found.
give me some poison, baby!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Brincadeira de criança

- por Nanda


Não adianta negar: todo mundo já foi bobinho um dia. A maioria quando era criança e o resto, quando adolescente. Não se pode negar isso assim como é inquestionável o fato de que todos brincávamos felizes e nos sujávamos como se fosse a melhor coisa, o melhor que poderíamos ter naquele momento. Vivíamos intensamente, amigos estavam sempre por perto, sempre com o mesmo propósito. Tente se lembrar: toda vez que chamava um amigo pra brincar, ele fazia sempre o mesmo papel: o que apoiava nas suas ideias, brincava com você sem escrúpulos, malícias. Sem dizer que você era chato. Crianças são completamente inocentes. E isso é o que há de melhor nelas.

Conhece aquela música 'brincadeira de criança, como é bom'? Então vamos relembrar os bons tempos em que tudo era alegria e festa e reviver nossas brincadeiras nesse post.

Pega-pega: ok, se alguém te falasse pra brincar disso hoje em dia você teria uma visão completamente diferenciada, certo? Naquela época, em que ainda éramos inocentes, brincávamos de correr um atrás do outro com o objetivo de ver quem era o mais rápido, quem 'pegava' mais gente, ou só por um motivo de desgastar a energia em excesso que tínhamos.

Esconde-esconde: não, não é se esconder de um bandido ou de um cara que você não quer encontrar. É aquela brincadeira em que uma pessoa conta até as outras se esconderem e a que conta tem que encontrar as que se esconderam. Parece meio bobo quando é explicado desse jeito, mas eu me divertia muito com essa brincadeira e aposto que você também.

Banco Imobiliário: a gente aprendia a mexer com dinheiro apesar de eu e minha BFF jogarmos tudo pra cima no final e eu acabar sem. Aquele jogo demorava pra caramba, mas com bons amigos é bem divertido.

Dançar ÉoTchan!: eu sei que todo mundo dançava as músicas com letras super elaboradas e ritmos muito agitados desses caras! Não adianta nem negar!

Twister: é tão legal ficar rindo de todas as bobagens e merdas que seus amigos falam quando você está jogando esse jogo. Reparem que eu coloquei a frase no presente porque minha infância se prolonga até hoje com esse jogo. É muito engraçado ter amigos de 16-18 anos que não sabem qual é a direita e a esquerda. Aliás, jogando Twister é um ótimo modo de aprender a diferenciar direita/esquerda, mão/pé e as cores.

Passa anel: quem nunca brincou disso e nem sabe o que significa eu só vou perder meu tempo dizendo uma coisa: volta pra quando você era criança e tenha uma infância decente!

Elefante colorido: ótima forma de diferenciar cores também. É aquela brincadeira em que o 'elefante colorido' diz uma cor e você tem que encontrar algo daquela cor antes que ele te pegue e você passe a ser o elefante colorido.

Adedanha/STOP: para crianças mais desenvolvidas mentalmente, essa brincadeira que tem vários nomes, fazia você pensar. Você escolhe várias categorias, sorteia uma letra e preenche as categorias que iniciem com a letra sorteada. Pena que até alguns adolescentes mais 'desenvolvidos' que criança (pelo menos era pra ser) não conseguem preencher nem 1% das categorias.

Pular corda: aaaaai, era tão divertido! Eu ficava horas brincando disso. Há várias maneiras de brincar por isso, puxem da memória.

Bambolê: eu brincava com a minha amiga de contar quantas voltas a gente conseguia dar ou quem ficava mais tempo rebolando. Era muito legal também.

Verdade ou consequência: para crianças pervertidas que querem saber o que é beijo. Sem mais.

Gato mia: num quarto escuro, uma pessoa fica vendada e meio tonta (gira-se pela idade, se a pessoa tem 15 anos, dá 15 giros) equanto as outras estão tentando fugir da pessoa tonta nesse quarto escuro. Quando a pessoa vendada encontra alguém diz 'gato mia!' e assim tenta descobrir, pelo mio da criatura, quem é.

Queimada: brincadeira meio violentinha, né? Mas era legal também. As pessoas tentavam se acertar com uma bola. Eu sempre era café-com-leite #ovelhanegrafeelings

Bets ou bete-ombro: costumava brincar disso na rua da minha antiga casa. Também era um jogo demorado e muitas bolinhas se perderam. É meio difícil explicar mas pensem num tipo de tênis misturado com hóquei de rua, é tipo isso.

Acho que essas foram as brincadeiras mais marcantes da minha infância. Quais foram as suas?

- give me some poison, baby

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Afterlife

- por Fer

Alguém aí já ouviu falar no T-vírus? Ou na Umbrella Corporation? Aposto que sim. A fama dos jogos Resident Evil é muito grande por todo o mundo e, não conseguindo conter os zumbis nos jogos, toda a trama foi passada para as telonas. O filme Resident Evil: O Hóspede Maldito, dirigido por Paul W. S. Anderson, obeteve tanto sucesso que fez com que o jogo de PlayStation virasse triologia, com Resident Evil: Apocalipse e Resident Evil: A Extinção.

Na verdade, a trama do filme é muito mais do que o que foi divulgado. Existe uma corporação chamada Umbrella Corp., que conduz experiências genéticas ilegais em seu laboratório no subterrâneo de Raccoon City.

Durante um dia normal de trabalho na base da Umbrella (ela, ela, ê, ê, ê) em Raccoon, conhecida como Colméia (The Hive) por estar situada vários quilômetros abaixo da terra, uma sabotagem faz com que o T-Vírus contamine o local,o que ativa os mecanismos de defesa da Rainha Vermelha, que por sua vez mata a todos para que a infecção não chegue a superfície.

A jovem Alice acorda numa mansão também localizada em Raccoon, totalmente sem memória. Após um encontro inusitado com o jovem Matt, uma equipe de segurança da Umbrella invade o local e obriga ambos a irem com eles para o Hive.

A missão de Alice e Rain é colocar seu exército em ação para eliminar a disseminação do vírus devastador. Um importante detalhe, no entanto, pega a equipe de surpresa: os companheiros tidos como mortos não tiveram suas vidas totalmente destruídas. Na realidade, eles se transformaram em zumbis devoradores, que caçam suas vítimas dentro do próprio laboratório. Basta uma mordida (rawr) ou um arranhão de um deles para que haja uma contaminação ou, pior ainda, que a vítima sofra uma mutação e se transforme em um outro zumbi.

Alice e sua unidade militar têm três horas para concluir sua missão, antes que o vírus ameace se propagar por toda a Terra. Para ter acesso à "Rainha Vermelha", o grupo precisa passar por uma série de obstáculos cada vez mais assustadores dentro do labirinto que forma a Colméia e acaba descobrindo que os zumbis humanos são o medonho resultado do último e malfadado projeto da corporação Umbrella - o T-vírus.

Acontece que esses jovens não conseguem conter o vírus na Colméia, e no filme 2, a cidade de Raccoon City é contaminada. E no 3, o mundo inteiro.

Em síntese, é mais ou menos assim a história. Não sei porque, mas tenho fascínio por filmes de vírus e contaminação. Acho tão legal! Se fosse pro mundo acabar em 2012, queria que fosse pelo T-vírus! Mas enfim...

Muitos dos antigos jogadores de PlayStation não gostaram nos filmes, acharam "pouco". Sinto muito, mas eu acho que os filmes de Resident Evil são muito fodões. Mais que qualquer um dos jogos. Tem coisa mais legal que pular na cadeira no cinema ao levar um susto com um zumbie ~pulando~ na Alice? Não, não tem. Aliás,  a Milla Jovovich (atriz que interpreta a Alice) é uma das melhores atrizes de filmes de terror que eu  já vi.

E se você pensou que a série acabava no "Apocalipse", grande engano, amigão! Dia 17 de setembro estréia nos cinemas brasileiros Resident Evil: Afterlife (Recomeço). E adivinhem só? Será em 3D. Mal posso esperar pelos efeitos visuais!

 

give me some poison, baby!


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Um dia você aprende...

- por Nanda


De William Shakespeare (tradução de "After a Wille" por Verônica Shoffstall), esse 'pequeno' texto dá uma grande lição de vida. Acho que o grande ponto dele não é pensar 'E se...?' mas sim ter a certeza em cada passo que se dá e descobrir o verdadeiro valor em cada gesto.

Um dia você aprende...
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes e não são promessas. E começa a aceitar  suas derrotas com a cabeça erguida e olho adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em  quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para se construir confiança a apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso que sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.

Aprende que as circunstâncias e ambientes têm influência sobre nós, mas, nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fazem o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudaram a levantar-se.

Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando se está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não te ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ame, contudo, o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que perdoar a si mesmo. Aprende que a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
 Espero que tenham gostado e aprendido as mesmas lições que aprendi.

- give me some poison, baby

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Máscaras pra que te quero!

- por Fer

O universo feminino é uma coisa muito complexa mesmo. Entre nossos diversos objetos de desejo (aquela lista enorme de bolsas, roupas, jóias e sapatos), com os quais nunca estamos satisfeitas, querendo sempre mais e mais, estão as diversas linhas de maquiagem.

Não sei como conseguem, mas os especialistas na área estão sempre inventando uma nova maquiagem, mais avançada e melhor, para lugares cada vez mais inusitados. Não se assuste se, algum dia, ao passar por uma vitrine de uma loja de cosméticos, você ler um anúncio de creme hidratante para a cartilagem da orelha. Se é que isso já não existe... Whatever.

Sabe o que é o mais impressionante? Aquelas pessoas que usam litros de creme, de base, de pó, corretivo, etc e etc para terem sua pele "naturalmente perfeita" e dizem que não passam nada! Coitadas, acham que nos enganam com sua pele boa como a do bumbum do bebê da propagando do shampoo Johnson's Baby...

Afinal, qual é o problema em usar maquiagem? Todo mundo preza a tão famosa "beleza natural", mas ninguém vivem sem um creminho aqui e ali. E não há nada de mal nisso! Na sociedade em que vivemos, um padrão de beleza é estabelecido, e se isso nos faz colocar verdadeiras "máscaras", o mínimo que devemos fazer é assumir que as usamos.

p.s.: Para os pervertidos de plantão, hoje é o dia do seox.

give me some poison, baby!

domingo, 5 de setembro de 2010

Tapioca

- por Nanda


Se existisse uma comunidade no orkut 'Eu já tive uma professora nordestina' com toda a certeza do universo eu seria um membro. Eu não só 'tive' como foi a melhor professora de português. E, com ela, eu não aprendi só a conjugar verbos ou encontrar frases subordinadas, mas também aprendi várias lições de vida, como fazer um yakisoba delicioso, como me divertir entre amigas e a fazer tapioca. Tudo bem que a parte da 'tapioca' não foi uma tarefa 100% concluída, já que as tarefas eram divididas e eu só ficava na parte de recheá-las. E é aí que nossa história começa.

Quinta-feira, era dia de reunião feminina. Nós só fazemos essas reuniões só pra cozinhar algo porque somos mortas de fome. Todas as receitas têm brigadeiro e tentamos fazer coisas que ainda não tentamos. Aí, com saudades da nossa querida professora nordestina, morrendo de vontade de comer tapioca e a necessidade de mostrar para outra amiga como era uma delícia, decidimos que essa seria a receita do dia.

Fomos alegres e saltitantes até o mercado comprar o ingrediente principal: "fécula de mandioca" de preferência daquele bonequinho cabeçudo, Pinduca. Desespero nosso que não tinha a tal fécula. E aí? O que faríamos? Saímos pelo mercado perguntando à todas as pessoas se ela sabiam fazer tapioca. Achamos um pacote da Yoki escrito TAPIOCA. Comemoramos. Finalmente achamos. Mas era estranha: os flocos eram grandres de mais, desproporcionais aos que tinham na casa da professora. E aí, o pior aconteceu: fomos 'umedecer' a 'massa' para 'peneirarmos'. Coitadas de nós. Achamos mesmo que a Yoki seria melhor que o cabeçudinho. A massa ficou tão dura que nem em um ralador de queijo passava.


E tivemos que, infelizmente, jogar no lixo toda aquela massa dura, branca e nojenta. Eu até dei a ideia de fazer papel machê, para aproveitar a massa... Mas nunca aceitam minhas ideias #ovelhanegrafeelings. E nossa tarde acabou sendo só o brigadeiro mesmo.

Aí chegou uma outra amiga que foi fazer um pudim de leite condensado e quase incendiou a casa. Das duas uma: ou aquela casa é muito azarada ou nós realmente não prestamos para cozinhar.

p.s.: Professora, se você está lendo isso, pelo amor de Deus, passe-nos a receita por e-mail. Grata.

give me some poison, baby!

sábado, 4 de setembro de 2010

Arrumando e renovando

- por Fer

Aproveitando o feriado, e como as coleções primavera/verão 2011 estão começando a dar as caras nas vitrines das lojas, nada melhor do que renovar o seu guarda-roupa. Não importa se você é homem ou mulher, todo mundo gosta de comprar. É uma terapia que funciona muito bem... Mas, antes de gastar até o limite do seu cartão de créditos (como "seu" eu digo o do seus pais) em roupas que talvez você não esteja necessitando tanto assim, é preciso ver o que você já tem.

É hora de você tirar todas as roupas do seu guarda-roupa, prová-las (é, todas!), separar o que ainda está bom e que você usa do que já está velhinho e que faz mais de 6 meses que você não usa. Quanto ao "prazo de uso" da sua roupa, ou melhor, quanto tempo faz que você não a usa, existem divergências: alguns dizem que 6 meses, outros 1 ano, outros 2, e assim vai. Porém, o que eu acho que é mais válido é o referente à estação. Exemplo: se acabou o inverno e você não usou aquela blusa durante todos os dias frios, esqueça! Pode tirá-la do armário porque se você não usou-a este ano, ano que vem também não irá usá-la. E ao tirar esses "entulhos", você consegue um bom espaço para as roupas que estão para chegar.

Obs.: Exceção para as "peças-chave"! Vale deixar algumas peça coringas bem guardadinhas no armário.


Em seu site Chic, a querida consultora de moda Gloria Kalil ensina como organizar o seu guarda roupa, num passo a passo incrível! Confira:


"Escolha um dia em que tudo deu errado – é o melhor momento para você atacar o seu guarda-roupa sem dó nem piedade e fazer uma limpeza que vai deixá-la orgulhosa e até mesmo de bom humor.

Tire todas as roupas do seu armário, dispense os cabides de arame que vieram da lavanderia – além de feios, eles deformam os ombros, espetam as mangas e costumam ceder ao peso das calças – e comece a função:

Passo a passo:

Vá para frente do espelho e experimente tudo o que precisar para saber o que vai para a pilha "reformar", o que vai para a "guardar" ou "doar".
 
Separe as roupas por estação. Se estiver calor, deixe as mais fresquinhas num lugar mais à mão e guarde as malhas e as de lã para não ocuparem espaço; faça o contrário no inverno.
 
Organize as roupas por ordem cromática. Começando com o branco, depois cores médias, as cores vivas, as escuras e por último, as estampadas.
 
É muito mais fácil pensar em combinações quando conseguimos visualizar o que temos dentro do armário, por isso, pendure suas roupas por categorias. Comece com as blusas, depois pendure as camisas, depois as saias e calças. Os blazers e paletós vêm a seguir e, por último, os vestidos - se forem muito compridos, você pode dobrá-los ao meio.
 
As roupas das prateleiras e gavetas também devem estar separadas por cor e por estação. Malhas e tricôs ficam melhor acomodados em sacos individuais.
 
Os lenços e echarpes podem ocupar uma prateleira, mas se o espaço é pequeno, pendure-os em algum lugar fora do armário, pode até dar um colorido interessante para o seu quarto – só tome cuidado com a bagunça!
 
Bolsas e sapatos: separe os de uso diário dos mais preciosos. Quanto mais à vista, melhor.
 
Leve as roupas da pilha "arrumar" imediatamente para a costureira. Senão, elas podem ficar lá para sempre!"

Calma, não é tão difícil assim! E aposto que o resultado final vai valer a pena. Começar a arrumar em 3... 2... 1!

give me some poison, baby!