segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Caça-palavras

- por Fer

Para começar bem a segunda-feira, que tal um joguinho? Vamos de caça-palavras, mas esse é um pouco diferente. Como funciona?

O nosso estado psicológico nos permite ver apenas o que nós queremos/precisamos/sentimos em um determinado momento. Quais são as cinco palavras que você vê? *coloquem o cérebro para funcionar em inglês, fazendo o favor*


Crush, fool, secrets, malice, sin (...)

Compartilhe comigo as suas respostas também! Deixe as 5 palavras que você encontrou nos comentários. :D

"aaaaawn"
give me some poison, baby!

domingo, 17 de outubro de 2010

Revolução Rihanna

- por Nanda

Robyn Rihanna Fenty, conhecida pelo seu nome artístico, Rihanna (Saint Michael, 20 de Fevereiro de 1988) é uma cantora de Barbados. Assinou contrato com a editora Def Jam Recordings após uma audição, que assimilou o interesse do produtor Evan Rogers e do vice-presidente na altura da editora, Jay-Z.

Em 2005 gravou o seu primeiro álbum de estúdio, Music of the Sun, que alcançou o top 10 da Billboard 200. Dois anos depois lançou o seu segundo trabalho de originais, A Girl Like Me, obtendo a quinta posição da tabela musical norte-americana, incluindo a canção que foi o seu primeiro topo norte-americano em single, "SOS". Em 2007, Good Girl Gone Bad é lançado e atinge a segunda posição na tabela de álbuns da Billboard, sucedendo-se Rated R em 2009 que obteve o quarto lugar. No mesmo ano, foi nomeada embaixadora da Cultura e da Juventude do seu país.

Já vendeu mais de 12 milhões de álbuns de estúdio e conseguiu colocar sete singles, "SOS", "Umbrella", "Take a Bow", "Disturbia", "Live Your Life", "Rude Boy" e "Love the Way You Lie", sendo a artista feminina com mais topos atingidos desde no início da década de 2000 na tabela musical americana Billboard Hot 100, que avalia as cem músicas mais vendidas.[9][10][11] É vencedora de três Grammy, três VMA, dois EMA, três AMA, três BMA, três TCA, e dois WMA, entre outros.

Além de cantora, é compositora, co-produtora, dançarina, modelo, designer de moda, autora e atriz, tendo feito ainda a sua própria marca de guarda-chuvas, Rihanna Umbrellas, após o lançamento do single "Umbrella". Também foi convidada para desempenhar personagens no cinema, nomeadamente em Mama Black Widow que foi cancelado. Foi ainda indicada para o remake de The Last Dragon, protagonizado por Samuel L. Jackson. Em 26 de Julho de 2010 foi confirmado que a sua estreia no cinema seria com a participação no filme Battleship, com estreia em 2012.


Fonte

give me some poison, baby!

sábado, 16 de outubro de 2010

O desdém dos finados

- por Fer

Que saudades, meus queridos! Como estão? Primeiramente peço-lhes desculpas pelo atraso do meus post, mas a verdade é que só agora eu tive um tempinho para sentar aqui e compartilhar minhas ideias com vocês. Sabe como é a vida, né? Mas vamos ao post!

Acredito que sou uma das poucas pessoas da minha classe que realmente presta atenção nas aulas de literatura. A maioria não vê nenhum propósito em estudar antigos autores e os períodos de suas respectivas obras, mas para felicidade da minha professora, eu me interesso. E muito!

Sonetos, poesias, frases, pensamentos, poemas, pequenos textos e obras completas. Parnasianismo, Realismo, Regionalismo, Naturalismo, Barroco, Arcadismo, Pré-modernismo, e as várias fases do Modernismo. Um passado rico em cultura ansiando por tocar sua curiosidade, te instigando a descobrir os mistérios da vasta literatura portuguesa.

São muitos períodos, muitas obras e muitos autores. Querer conhecer tudo dos pés à cabeça levaria um bom tempo, mas seria muito interessante. Quem me dera um dia adquirir isso tudo!

Não há dúvidas de que o queridinho da literatura portuguesa é Machado de Assis. Quem diria que um homem de saúde frágil, epilético e gago teria uma mente tão brilhante, que mais tarde conseguiria  gerações de leitores assíduos. Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica.  ...  Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, a força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.
Memórias póstumas de Brás Cubas
give me some poison, baby!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Coisas que aprendemos com a vó

- por Nanda


Minha vó vai passar alguns dias aqui em casa. Desde domingo, o dia que ela chegou, aprendo cada vez mais coisas com ela. O que me inspirou a fazer esse post. São coisas que não aprendemos só com 'a vó' mas também com 'Lucianas da vida' (rere) e pessoas mais velhas.

- Tricotar: essa arte tão antiga com 2 agulhas e um rolinho de lã. Parece que você se acalma quando está praticando... Não se engane! Depois de 3 acertos vem 50 erros. E no final você tem que desmanchar tudo e começar de novo. Pense muuuito bem antes de querer começar a fazer.

- Cozinhar: aham, eu sei que você sabe cozinhar.. miojo! Então passe algum tempo com uma pessoa que tenha mais prática que você vai sair ~~quase~~ um mestre cuca. Ontem eu aprendi a fazer uma sopa de legumes deliciosa.. hmm!

- Pechinchar: pessoas mais velhas viveram num tempo em que o dinheiro era brabo. O negócio era complicado mesmo. Então eles sabem como fazer um bom negócio em qualquer loja. Fora que mandam você experimentar tudo o que tem, todos os tamanhos pra depois ver o preço. E no fim dizer que estava caro. Enfim, aprenda um pouco a economizar e pare de gastar tanto dinheiro em porcarias.

- Costurar: quem é melhor do que você mesmo para fazer suas roupas? Ninguém! Você aprendendo a costurar é o fim dos seus dias nessas lojas de meia-tijela que não vendem nada do seu gosto.

- Fazer doce de banana: ainda não cheguei à essa etapa. Estamos esperando terminar o doce de figo antes. Depois da experiência, conto pra vocês a receita!

- Conhecer namorado(a): minha vó é expert nisso. Dá todas as dicas para você se dar bem na conquista e depois dela.

- Fugir do(a) ex: sua vó vai achar uma saída pra você não dar de cara com uma pessoa indesejada. A não ser que ela seja curiosa a ponto de querer saber quem foi a criatura que tomou conta do seu coração no passado.

- Saber todos os tipos de remédios: minha vó não é dessas que precisam de 30min antes de dormir para tomar 90 comprimidos. Mas mesmo assim, pessoas mais velhas seeempre tomam um remedinho aqui e outro xaropezinho ali. Aprende-se tanto sobre doenças como sobre os efeitos dos remédios, tanto naturais como os feitos em laboratório.

- Dicas de beleza: sua vó viveu nos tempos em que não existiam base, corretivo ou blush. O negócio é dar tapa na cara pra ficar cor-de-rosa mesmo #mentira. Mas elas tem ótimas dicas!

Se houver qualquer outra aventura com a minha querida avó, conto pra vocês. Ah, e esperem pela receita do doce de banana.


give me some poison, baby!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Treze de outubro

- por Fer

Aqui onde eu vivo é um lugar muito calmo, quentinho e confortável. Aliás, não só eu, porque existem outros iguais a mim. Há algum tempo que eu estou presa aqui dentro, e acho que já estou ficando grande demais... Melhor eu achar um lugar maior para mim. E assim eu saí em busca de uma nova "casa". Eu fiquei com um pouco de medo, porque aqui fora é muito frio. Comecei a chorar, mas logo fui amparada por alguém muito parecido comigo, que cuidou de mim com perfeição. Depois me contaram que esse alguém era minha mãe. E aqueles outros que vivam grudadinhos comigo naquele lugar quentinho, a barriga dela, eram meus irmãos. Nós éramos em quatro meninas e um menino, nosso pelo preto, enquanto o dele era amarelinho.

Nós éramos uma família feliz, fazíamos tudo juntos. Um dia, depois de eu já estar um pouco crescida, alguém veio e me pegou no colo. Deve ser um passeio, pensei - Daqui a pouco eu volto. E olha que legal, eu iria de carro. Um homem vinha conversando comigo, dizendo algo sobre uma casa nova. Mas espera aí, como assim uma casa nova? E minha mãe, meus irmãos, por que não vieram junto? Fiquei com medo, mas o passeio continuou. Após alguns minutos, o carro parou e aquele homem desceu, me levando com ele. Nós tinhamos chegado numa casa diferente, e maior do que aquela que eu estava acostumada. Ele me colocou no chão, e eu cambaleei, de um lado para o outro - minhas patinhas naquele chão gelado. Senti aquele mesmo frio de quando eu mudei de casa pela primeira vez. 
Continuei andando, procurando por algum dos meus irmãos. Não encontrei nada, exceto uma garota que estava na porta. Ela me olhou com um olhar de dúvida, confusão... Acho que ela não estava esperando por mim. Então ela perguntou para aquele homem que me trouxe no carro:

"É ela? Mas você não disse que ía trazer ela pra cá só daqui 3 dias, quando eu chegasse de viagem?"

Ao que parecia, cheguei antes do esperado. Aquela menina continuou me olhando, agora diferente, um olhar afetuoso. Ela me chamou, eu fiquei com medo, mas fui até ela. Então ela me pegou no colo, me colocou perto do seu rosto e sentiu meu pelo macio. Desde esse dia, essa garota passou a cuidar de mim: me dava o que comer, esquentava leite no micro-ondas todos os dias para eu tomar à noite, me via comer, me via dormir, trazia cobertor nas noites frias, e não largava de mim. Mal chegava do colégio e já estava lá, brincando comigo. Me olhava como se eu fosse uma pequena pedra preciosa prestes a cair no chão, mas eu sei que ela não deixaria eu me machucar. "Katy", era assim que ela me chamava.

E assim os dias foram se passando, eu crescendo e ficando cada vez mais agitada, e a menina cada vez mais atenta aos meus movimentos. Eu puxava o pano da porta, virava uns vasos de flores, jogava água para fora do pote nos dias quentes, corria pela grama, sujava a calçada todinha. E não importa o que eu fizesse, a menina podia até me repreender um pouco, mas logo me lançava aqueles olhares doces, achando tudo uma graça. Ela só dizia: "Katy, se minha mãe ver essa bagunça toda..." E aí ela arrumava tudo o que eu tinha bagunçado, "apagava as provas", mas a mãe dela sempre percebia e brigava com ela, dizendo que ela não sabia educar um cachorro. Tanto faz, a menina não dava ouvidos ao que a mãe dela falava sobre mim, porque ela me amava de uma forma que nem eu sei explicar.

Cresci mais e mais, cada vez fazendo mais bagunça e destruindo qualquer coisa que eu pudesse pegar com a boca naquele quintal. Acho que a menina cansou do meu mal comportamento e então tentou me impor algumas regras. Até comprou um pacote de "biscoito de recompensa" para treinamentos, mas não deu muito certo. Ela desistiu de me ensinar, mas eu sabia que mesmo naqueles dias em que ela gritava comigo ela ainda me amava.

Desde o dia em que eu cheguei nessa casa, muitas coisas aconteceram, mas eu me lembro especialmente de alguns dias, como aquele em que nós ficamos correndo no quintal enquanto chovia, ou como aquele em que ela me levou na veterinária e eu caí várias vezes na balança de pesar (na época, 30kg), ou como naquele em que ela estava distraída e não viu eu pular em cima dela e deixar a roupa dela cheia de patas (o que acontecia com mutia frenquencia, devido ao meu "pequeno" tamanho).

O tempo passou, e hoje eu completo dois anos. Dois anos de muita bagunça e carinho, assim como serão os anos que estão por vir. E a menina? Continua me olhando como se eu fosse uma coisa rara, com aqueles olhos repletos de um amor que eu sei que é só meu.

 A foto não ficou muito boa, mas foi a única com foco que eu deixei ela tirar hoje. 

give me some poison, baby!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Problemas

- por Nanda
 Olá, meu nome é problema

Evitar problemas é um tipo de coisa que está no nosso sangue, na nossa cabeça. Evitamos qualquer tipo de problema para que não se complique ainda mais e acabe virando algo que não se pode mais esconder. Quando isso acontece, precisamos enfrentar o problema de frente. Acabar com ele antes que, sei lá, acabe o mundo por causa de um pequeno problema.

Mas é aí que eu penso: nem sempre evitar o problema resolve. Porque, às vezes, mesmo evitando, ele estará lá pra te atormentar, certo? Digamos que existam dois tipos de problemas: os evitáveis e os inevitáveis. E se dermos maiores qualidades pra esses dois tipos, podemos ainda dizer que os inevitáveis acabam nos ensinando maiores lições. E que, algumas vezes, queríamos que os problemas evitáveis se tornassem inevitáveis. Ué, alguma coisa boa poderia ter acontecido se ele não tivesse sido evitado.

Quando nós tornamos os problemas inevitáveis uma parte da nossa vida pode ser que algum dia nós não aguentemos mais. Pode ser que dê a louca em cada um e, do nada, nós temos vontade de desistir de tudo e apenas fugir. Fugir de problemas, fugir das pessoas, fugir de qualquer coisa que nos lembre coisas ruins.

Ou não. Ou isso pode acontecer completamente o inverso. Pode ser que aquele problema horrível no começo se torne parte da sua vida. Você começa a se acostumar com ele e aprende que nem é assim TÃO ruim como você pensava. Na verdade, no final, você até acaba encontrando o amor da sua vida, compra uma casa linda no campo e um apartamento em Miami pra passar suas férias. Você tem 2 carros na garagem e não precisa cozinhar porque tem uma especialista em cozinha francesa e italiana lá no andar de baixo das duas casas!

Pode parecer impossível vendo dessa maneira. Mas tente não evitar mais os problemas e apenas 'divertir-se'. Quem sabe não te encontro em Miami Beach algum dia desses?


give me some poison, baby!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O closet dos sonhos

- por Fer

Quem pensa que o maior sonho de uma garota é encontrar o tal príncipe encantado, ter uma penca de filhos e viver feliz para sempre com um casamento mais ou menos, está redondamente enganado. É certo que não importa o tipo de garota que você é, todas somos consumistas ao extremo. Há quem não entenda nossa pequena obsessão por bolsas, sapatos e roupas, mas convenhamos que não há nada que possa nos deixar mais bem humoradas que um dia de compras. E não importa se você tem 100 bolsas diferentes, de todas as marcas e cores, sempre vai aparecer aquela que você morre se não tiver pra você.

Simplificando: o maior sonho de uma garota é ter um bom e grande closet, com pares de Louboutin, Miu Miu, Jimmy Choo, umas bolsas da Chanel e alguns Valentinos para ocasiões de gala.

Enquanto você sonha com esse closet maravilhoso, algumas pessoas o tem. É o caso de algumas celebs:


Christina Aguilera abriu seu closet e mostrou para o mundo como organiza suas roupas, sapatos e acessórios. São praticamente dois closets, um deles, apenas para sapatos, que ela faz questão de separar por designer: Louboutin, McQueen, YSL, entre outros. Há prateleiras para botas na parte superior e o espaço tem o chão forrado por um belo carpete leopard print!


Fergie, sempre ultra antenada no mundo fashion, possui um mega closet! Aqui não dá prá ver muito bem, mas ela diz que , após o casamento com Josh Duhamel, ela viu a oportunidade de criar um novinho em folha na casa nova. Ela mesma desenhou com o arquiteto de interiores um espaço que a faça se sentir em sua própria loja. O grande detalhe do closet: absolutamente tudo é separado por cor.


Eva Longoria Parker é categórica: tem uma coleção de vestidos e sapatos inacreditável! Além dos 150 vestidos de noite de alta costura (sim, claro, não seriam Pret-à-Pórter!) ela tem uma Hermes Birkin em couro de crocodilo em pink.


Mariah Carey: Seu closet fica no triplex mega, onde ela mora com Nick Cannon, em Manhattan, Nova York,  e possui nada menos que 1000 metros quadrados só para sapatos! As prateleiras são feitas com o mesmo material das malas Louis Vuitton, e todo o ambiente é climatizado. Seus 1000 pares de sapatos (isso mesmo, ela tem 1000 pares de sapatos) colocam a falecida Lady Di no chinelo, pois a Princesa de Gales tinha apenas, humildes, 750 pares! Todos são separados por designer, material e estilo. Ela possui duas assistentes pessoais apenas para tomar conta do acervo, que ela mantém impecável.


Nicky Hilton é milionária, e disso todo mundo sabe. Mas não basta ter dinheiro, é preciso ter bom gosto, e isso a irmã caçula de Paris Hilton tem de sobra. Além do closet dela ter um design clean, é mega organizado: Manolo, Chanel, Louboutin estão em áreas separadas só para eles. Bolsas? Ela tem cerca de 250. Mas a peça que ela mais gosta, é um vestido que Roberto Cavalli “in person” deu para ela em seu aniversário de 24 anos.

Paris Hilton: se a irmã caçula já tem um closet maravilhoso, imagine o dela. Não precisa imaginar não, já que ela fez a bondade de mostrar seus humildes três closets. Assistam:


Sem mais.

give me some poison, baby!